Por que precisamos de uma mídia sem censura? Quem não concorda com a opinião mainstream é chamado de crente em teoria da conspiração. E pode até ser, mas também pode não ser. Na história tivemos muitas situações que mostraram mais adiante que havia uma conspiração de fato. Eu me lembro da minha primeira descoberta de que a mídia não necessariamente falava a verdade. Apareceram várias placas pelas cidade com pichações de grupos "terroristas". Logo explodia a famosa bomba do Riocentro durante um show. A imprensa se apressou em dizer que se tratava de atentado terrorista, até surgirem as circunstâncias da explosão: dentro de um carro, no colo de um oficial do exército especialista em explosivos. Em 1990 a Argentina derrotou o Brasil na copa da Argentina, em plena ditadura. O jogador Branco foi execrado pela mídia por dizer que a água que bebeu deixou ele grogue em campo. A água oferecida pelos argentinos não foi bebida pelos argentinos. Anos depois, Maradona e Basualdo confirmaram o tranquilizante na água. Em 1996, PC Farias, arquivo vivo de Fernando Collor, morreu em condições pouco compatíveis com suicídio. A mídia insistia: ela matou ele e se matou, claramente! Mas uma pessoa viu seguranças "escoltando" um PC Farias que parecia dominado na praia onde ficava sua casa nos momentos que antecederam sua morte e contou a história por rádio amador. Depois soube-se que a namorada de PC Farias, que seria a homicida/ suicida da história, deixou uma mensagem chorosa para uma pessoa que conheceu, e dessa mensagem foi possível extrair vozes que lhe davam ordens. Quando Yasser Arafat morreu em 2004, a doença estranha chamou a atenção da mídia, mas logo se descartaria envenenamento. Afinal, tinham testado. Era conspiracionista quem achava que ele tinha sido morto. Para em 2012 descobrirem polônio, um isótopo radioativo, em seu casaco, sua escova de dentes... Em 2013 eclodiram manifestações que se diziam anarquistas e logo foram severamente reprimidas, restando apenas alguns manifestantes do PSOL em verdadeiras guerras urbanas. Manifestantes lançando coquetel molotov foram a desculpa para o ataque: mas logo se descobria num video que 2 manifestantes lançaram um coquetel, correram, trocaram a camiseta preta pela debaixo preta tb com outra estampa e "carteiraram" a polícia para entrar em seus domínios. Em 2020 surgiu o SARS-CoV-2. Logo o governo chinês impôs uma camada de censura em torno da discussão sobre sua origem. Todos os artigos sobre tratamento da doença com reposicionamento de drogas sofreram ataques ferozes da mídia, até mesmo os que mostravam ensaios randomizados duplo-cegos com benefício de quem efetivamente tomava hidroxicloroquina ou nitazoxanida. As máscaras 1o não funcionavam, não deviam ser compradas; depois eram obrigatórias, uma proteção completa. A quarentena sequestrou o direito de ir e vir e mídias sociais passaram a censurar opiniões contrárias. https://www.neweurope.eu/article/china-censors-coronavirus-research-bars-publication-of-key-findings/ Agora já sabemos que a oficialidade dos fatos não é garantia. Está na hora de ter notícia produzida pela população, checada pela população, de aprender a discriminar sozinhos entre falso e verdadeiro.
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